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Como calcular capital de giro na transportadora?

Controlar o capital de giro na transportadora é uma das tarefas essenciais para todo gestor que deseja traçar estratégias coerentes em sua operação.

Para isso, é preciso dominar processos como margem de lucro, ponto de equilíbrio e gestão de gastos, para que não termine o mês no vermelho.

É um dos conhecimentos básicos de todo profissional que lida com as finanças de uma empresa, independentemente do tamanho ou nicho de mercado.

Como se sabe, o lucro das transportadoras vem dos serviços de fretes. Quanto maior o número de entregas, maior o lucro obtido.

Geralmente, quem recebe a mercadoria faz um registro da conclusão da prestação dos serviços. Pode ser por documento de CT-e, que é carimbado e assinado, ou pelo aviso de entrega eletrônico, quando a empresa dispõe desse tipo de sistema.

Neste artigo, vamos definir o que é capital de giro, como gerenciá-lo dentro da sua transportadora e como um software inteligente de gestão pode auxiliar neste processo.

Capital de giro na transportadora: o que é isso?

Capital de giro refere-se a todos os recursos financeiros disponíveis na empresa para arcar com os custos operacionais. Em outras palavras, todo o dinheiro disponível para manter o negócio.

Entretanto, ele recurso não está integralmente concentrado no caixa da empresa.

Esse ativo circulante pode ser encontrado em investimentos de alta liquidez, que são resgatados a qualquer momento, contas bancárias ou outros locais de fácil acesso.

O capital de giro pode ser utilizado para os seguintes processos:

  • Pagamento de salário dos colaboradores
  • Quitação de tributos e impostos
  • Pagamento de contas como internet, água e luz, por exemplo
  • Compra de materiais de reposição e de estoque
  • Aluguel do pátio e/ou escritório

Nas transportadoras, o capital de giro pode ser muito bem utilizado para a compra de peças de reposição, jogos de pneus e óleos lubrificantes para a manutenção da frota.

Outro ponto que exerce muita influência no capital de giro é a quantidade de clientes em carteira de uma transportadora.

Afinal, o prazo de pagamento interfere na capacidade de arcar com as contas que possuem vencimento marcado, como salários ou impostos, por exemplo.

Como calcular capital de giro na transportadora?

A principal fórmula de se calcular a necessidade de capital de giro (NCG) de uma transportadora é diminuir os passivos circulantes dos ativos circulantes. O que isso significa?

Os ativos circulantes se referem ao financeiro atual de uma empresa, ou seja, a verba real disponível em caixa e em bancos. Já os passivos circulantes são as contas a pagar, como tributos e salários.

O cálculo de NCG sofre influência de alguns fatores e pode ser feito de diversas maneiras: pelo balanço patrimonial, que dá o valor de caixa disponível, ou o ciclo financeiro, que resulta no tempo necessário para pagar os fornecedores.

Em resumo, este cálculo é feito desta maneira:

CGL (Capital de Giro Líquido) = AC (Ativos Circulantes) – PC (Passivos Circulantes)

Ou seja, para chegar neste resultado dentro da realidade de uma transportadora, o gestor precisa averiguar e otimizar alguns processos. Veja abaixo os principais:

Otimização de fluxo de caixa

Fluxo de caixa não é sinônimo de capital de giro. Estas terminologias devem estar claras dentro da mente do gestor logístico, pois existem diferenças cruciais em ambas.

O fluxo de caixa é o registro diário da entrada de receitas e saída de recursos durante a operação empresarial, inclusive os valores projetados. Já o capital de giro é o valor disponível para uso imediato para que a transportadora funcione.

Logo, quanto mais equilibrado o fluxo de caixas, a transportadora terá maiores recursos disponíveis para investimentos e melhorias.

Para otimizar o fluxo de caixa, é necessário ter o controle 360º de toda a operação da transportadora. Isso significa que gastos como combustível e outros recursos precisam estar muito bem controlados, bem como os demais indicadores logísticos. É aí que a tecnologia de gestão pode ajudar, como veremos adiante.

Serviço de frete

Quando o número de vendas cai, a quantidade de fretes diminui também. Com a redução de produtos enviados pelas transportadoras, existem duas soluções a serem tomadas.

A primeira delas é a prospecção de novos clientes capazes de suprir o fluxo de caixa da sua transportadora. Nesse sentido, alguns custos adicionais são levados em conta, como a contratação de novos motoristas e expansão da frota para conquistar novos locais e clientes.

A segunda opção é a otimização do custo do frete com o objetivo de reduzir custos operacionais. Assim, existe uma constante busca na melhoria de resultados, redução de desperdícios e economia.

Como o ERP pode auxiliar no controle de capital de giro?

O ERP, da sigla Enterprise Resource Planning, é um software inteligente de gestão que unifica todos os dados de uma empresa em um único ambiente, que pode ser alocado em nuvem.

No setor logístico, O ERP Carga e Logística, por exemplo, engloba todas as áreas da empresa, com o benefício de contar também com módulos que abrangem a operação de transporte em si. Isto é, emissão automática de documentos fiscais, gestão de armazém, controle de

Assim, garantindo assertividade no controle de informações como custos de transporte, por exemplo.

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