Pular para o conteúdo

Últimas Notícias

Cinco estratégias para otimizar o fluxo de caixa de uma transportadora

Otimizar o fluxo de caixa de uma transportadora é, sem dúvidas, um dos maiores desafios no segmento de logística. Isso independe do tamanho de sua empresa. Pois, a partir de uma boa gestão, é possível atingir bons resultados operacionais e financeiros com facilidade.

Claro, a realidade é bem diferente. Existem sempre aqueles problemas rotineiros que, de alguma maneira, nos fazem aderir ao famoso “apagar incêndio”.. Assim, deixando a parte estratégica de lado.

E é aí que entra a necessidade de uma boa ferramenta de gerenciamento, que seja robusta, coesa e disponível.

Na era da tecnologia, é impossível não pensar em um produto que esteja ao alcance de todos os colaboradores de uma empresa. Além disso, que funcione 24 horas, sete dias por semana, como é o caso do ERP Carga e Logística, da Praxio.

Neste post, daremos algumas estratégias para a otimização do fluxo de caixa de sua transportadora. Vamos lá!

1. Planeje seu orçamento financeiro

Planejar o orçamento é um procedimento que antecede e dá o panorama dos custos e receitas de uma empresa. Facilitando, assim, o controle dos gastos.

É interessante lembrar que, se uma empresa pretende adotar o orçamento financeiro dentro de suas operações, investir em um ERP baseado em computação em nuvem pode mostrar exatamente o que poderá ser gasto em cada despesa do orçamento financeiro.

2. Tenha controle sobre todos os gastos

O conceito do fluxo de caixa é todo o dinheiro que entra e sai de uma empresa, mensurado por um determinado período.

O período de mensuração mais comum é o mensal, seguido, posteriormente, de uma análise anual para averiguar se o balanço da empresa foi positivo ou negativo durante aquele ano fiscal.

Portanto, veja qual é a melhor maneira de mensurar os gastos da sua empresa. Pode ser que a melhor opção seja a quinzenal. O importante é fazer o possível para manter a conta no azul.

Nesse sentido, é preciso definir e separar o que são gastos fixos e gastos variáveis do seu negócio.

2.1. O que é gasto variável e gasto fixo?

Vamos elencar os gastos variáveis mais comuns de toda transportadora:

  • Combustível e lubrificantes;
  • Manutenções diversas;
  • Uso de Pneus;
  • Pedágios;
  • Multas;
  • Diárias dos motoristas;
  • Seguro de cargas;
  • etc.

É importante não confundir gastos variáveis com despesas fixas. Em resumo, as despesas fixas são aquelas que não devem ser negligenciadas, a não ser em último caso. É saudável otimizar os custos fixos, se forem modificados com sabedoria.

Vamos elencar alguns exemplos:

  • Salário dos colaboradores;
  • Aluguel;
  • Contabilidade;
  • Licenciamento de veículos;
  • Seguros de automóveis;
  • Alarmes e segurança patrimonial;
  • Internet;
  • Telefone;
  • etc.

Tudo isso deve ser levantado de maneira organizada, para se obter máxima eficácia na hora de calcular o quanto de fato a transportadora está ganhando.

Com organização, o gestor consegue identificar quais são os maiores gastos e tomar providências necessárias para a redução de custo ou corte integral, evitando assim um balanço negativo.

3. Gerencie e conheça sua frota de veículos

Saber o que acontece com a sua frota de veículos e conhecê-la a finco é crucial. Afinal, é dela que o trabalho logístico acontece e se desenvolve.

O ERP pode guardar e organizar informações importantes sobre a frota, como, por exemplo:

  • Distância percorrida de cada caminhão;
  • Entregas realizadas por dia;
  • Eventuais multas;
  • Combustível consumido;
  • Rodízio dos pneus;
  • Compra de novos pneus;
  • etc.

Tudo isso acarreta e muito no seu fluxo de caixa e balanço anual da empresa. Por isso, estes gastos devem ser monitorados constantemente, sem desleixos ou falta de atenção.

4. Antecipe a sua demanda

O mercado de logística está sempre suscetível a mudanças. Isso porque é um setor extremamente dinâmico e adaptável a diversas situações.

Por isso, é importante que a sua empresa esteja sempre antenada com as tendências de transporte, para que assim antecipe a sua demanda e evite gastos desnecessários.

O ERP consegue, por exemplo, fazer com que o gestor acompanhe estas tendências, posicionando a empresa no mercado. E, assim, reduzir os custos operacionais.

5. Registre todas as operações realizadas

Nada pode ficar de fora da contabilidade. Caso contrário o gestor da empresa terá um fluxo de caixa fictício.

Portanto, é importante registrar toda e qualquer operação realizada (entregas, coletas e embarques), para que fique mais fácil a identificação de como o dinheiro é utilizado.

Faça o registro destes dados de maneira centralizada em um ERP. Assim, será muito mais fácil avaliar os números e se estes estão de acordo com o planejamento estratégico feito anteriormente.

Quais são as vantagens na otimização do fluxo de caixa?

Existem três vantagens que uma transportadora pode obter ao adotar a otimização do seu fluxo de caixa. Vamos enumerá-las.

1. Noção real dos custos da empresa

O fluxo de caixa real e otimizado dá a dimensão real das finanças de toda e qualquer transportadora. Dessa forma, sem esta dimensão, é praticamente impossível para uma transportadora calcular o custo de seu frete com seriedade, baseado no preço médio do mercado.

Sem noção de custos, não se sabe de fato o que é lucro.

2. Receita otimizada

Com as informações precisas sobre todos os custos de sua empresa (gastos fixos e variáveis), fica muito mais fácil otimizá-los.

Assim, é possível investir em novos equipamentos, bem como saber de onde será retirado este dinheiro para o investimento, o quanto essa compra ajudará nas operações logísticas, etc.

3. Tomada de decisão assertiva

O fluxo de caixa otimizado abre os caminhos para que o gestor possa tomar uma decisão de maneira assertiva, para que, dessa maneira, a empresa siga em frente com força e competitividade.

Em conclusão, quanto mais dados confiáveis e precisos, as ações e resultados serão positivos.

Vale frisar que uma gestão financeira não se baseia com o fluxo do momento, mas de todo o seu histórico.